Não... nada fiz por merecer
Mas mesmo assim você veio
Fez da noite que era minha vida
Num dia com o sol sempre a nascer
Mas fez-se a justiça e tudo acabou
Você pagou seus diversos pecados
E arrebatada se foi para nunca mais
Deixando meu coração a apodrecer
VRJ - poema escrito em 11/02/2014.
Trata-se de um espaço para reflexão e local de resistência ideológica socialista/comunista em confronto com aquilo que chamam de pensamento único e contra todas as formas de liberalismo (político e econômico) e autoritarismo!
domingo, 6 de dezembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Minha sagrada escritura
Orgulho-me da tradição
E ao não questionar nada
Colaboro com sua divulgação
Para tudo que está escrito
A alegoria tem explicação
Meu deus me protege
Caso não o siga cegamente
O diabo que o carregue
Misérias nas profundezas
Muito fogo, desespero e dor
O conhecimento é visto como inimigo
A ignorância é quem alimenta
E é fonte de todo esse torpor
VRJ - poema escrito em 29/01/2014.
domingo, 15 de novembro de 2015
Pátria amada, SP
O desejo me traiu
Pretendia me mandar
Para longe do Brasil
E descarada você partiu
Deixando o gosto amargo
Um resto daquele sentimento
Lembrei-me por um momento
Que à vontade me traiu
VRJ - poema escrito em 25/01/2014.
Pretendia me mandar
Para longe do Brasil
E descarada você partiu
Deixando o gosto amargo
Um resto daquele sentimento
Lembrei-me por um momento
Que à vontade me traiu
VRJ - poema escrito em 25/01/2014.
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Quanto à morte
Quanto à morte, imagino
Ou daqui ela me leva
Ou com ela convivo
Quanto ao amor, explico
Mesmo quando acaba
Ser feliz é tê-lo vivido
VRJ - poema escrito em 22/01/2014.
Ou daqui ela me leva
Ou com ela convivo
Quanto ao amor, explico
Mesmo quando acaba
Ser feliz é tê-lo vivido
VRJ - poema escrito em 22/01/2014.
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Minhas meninas
O caminho me foi apresentado
Alegria
Amor
Sofrimento
Terminando em tormento
Bem e mal são pontos de vista?
Sou cego
Ou apenas me nego
A sempre seguir esfacelado
Sigo desconfiado
Apresenta-se nova ilusão
Grito a todos:
Como sou afortunado!
Vida é traiçoeira
Pra quem parte
Voluntariamente
Em direção à ratoeira!
VRJ - poema escrito em 18/01/2014.
Assinar:
Postagens (Atom)