“Oh burocratas, que ódio vos tenho
e se fosse apenas ódio
é ainda o sentimento da vida
que perdi sendo um dos vossos.”
Carlos Drummond de Andrade
Trata-se de um espaço para reflexão e local de resistência ideológica socialista/comunista em confronto com aquilo que chamam de pensamento único e contra todas as formas de liberalismo (político e econômico) e autoritarismo!
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Tua culpa, minha redenção
Mais
fácil admitir a falha alheia
Do que descortinar a verdade
Aqueles corruptos safados
Crio movimento indignado
VEJA como sou sujeito plugado
Mas se tropeço na lei vigente
Ofereço cervejinha ao guardinha
Jeitinho amigo de burlar a derrapadinha
Prefiro ver a verdade
das novelas Do que descortinar a verdade
Aqueles corruptos safados
Crio movimento indignado
VEJA como sou sujeito plugado
Mas se tropeço na lei vigente
Ofereço cervejinha ao guardinha
Jeitinho amigo de burlar a derrapadinha
A enfrentar a desigualdade e suas mazelas
Culpo a classe política e me canonizo
Não reclamo da exploração burguesa
Verdadeira responsável por essa safadeza
Morte aos corruptos da nação!
Vou me esconder nessa hipócrita bandeira
VRJ - poema escrito em 25/11/2012.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Alienando
Quero ser sempre jovem
Anseio por seus produtos
Sua igreja nos informa
Não há pecado em querer
Quero sua Coca, seu automóvel
Minha vontade revolucionária
Vai ficar agora estacionária
Graças ao seu Black Friday
Posso ajudar?
Obrigado pela preferência!
Volte sempre
VRJ - poema escrito em 25/11/2012.
Anseio por seus produtos
Sua igreja nos informa
Não há pecado em querer
Quero sua Coca, seu automóvel
Minha vontade revolucionária
Vai ficar agora estacionária
Graças ao seu Black Friday
Posso ajudar?
Obrigado pela preferência!
Volte sempre
VRJ - poema escrito em 25/11/2012.
domingo, 16 de novembro de 2014
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Pobres certezas
Pensei que
tudo sabia
Aconselhava
com sabedoria
Entre o céu e
a terra
Nada de mim
escaparia
Nesse momento
percebi
Quem nos
esclarece são as perguntas
As respostas nos
fazem confundir
Deixo as
certezas para os dogmáticos
E vou ser
feliz com a minha liberdade
VRJ - poema escrito em 22/11/2012.
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